domingo, 12 de setembro de 2010

Perder peso pode ter uma desvantagem: aumenta o nível de poluentes no sangue

Postado por Paparazzo Familiar às 17:10 0 comentários

Muitos estudos têm demonstrado que perder peso, além de útil esteticamente, é muito saudável, porque reduz os níveis de açúcar e gordura no sangue, bem como a pressão arterial. Porém, podem haver outros aspectos da saúde influenciados negativamente pela perda de peso.

Estudos anteriores, por exemplo, ligaram a perda de peso à calcificação das artérias coronárias. Recentemente, segundo um novo estudo, a perda de peso pode estar ligada à hipertensão, diabetes tipo 2, doença cardíaca coronária e artrite reumatóide.

Na verdade, essas doenças têm sido associadas a poluentes orgânicos persistentes. E a perda de peso pode ter um efeito colateral indesejado: enviar vários desses poluentes ambientais para a corrente sanguínea.

A gordura corporal costuma armazenar certos poluentes, incluindo pesticidas como DDT e bifenilos policlorados (PCBs). Se uma pessoa perde peso, perde quantidades significativas de gordura corporal. E então, estes compostos químicos são liberados no sangue e podem levar a tais doenças.

Os pesquisadores selecionaram sete poluentes com maior taxa de detecção em amostras de sangue para realizar um estudo, que incluiu mais de 1.099 pessoas com idade de 40 anos ou mais. Todas elas tinham níveis mensuráveis desses poluentes no sangue e haviam perdido ou ganhado de peso.

Ao final da pesquisa, os cientistas descobriram que aqueles que perderam peso apresentaram maiores concentrações da maioria dos poluentes no sangue, enquanto os que ganharam peso tiveram as concentrações de poluentes reduzidas. A tendência foi ainda mais significativa entre as pessoas que disseram ter ganhado ou perdido peso durante um período de 10 anos.

Embora muitos dos produtos químicos perigosos analisados na pesquisa foram proibidos pelos países desenvolvidos há várias décadas, eles ainda são comumente encontrados no meio-ambiente e nas pessoas, porque levam muito tempo para desaparecer.

O estudo pode estar um pouco distorcido por ter se baseado no relato pessoal dos participantes da pesquisa. Ainda assim, os resultados notados são válidos. Mas não há motivo para não querer perder peso por causa disso.

Os efeitos da perda de peso devem ser visto como uma mistura dos benefícios da redução do tecido adiposo e os efeitos nocivos do aumento da concentração de poluentes no sangue.

Além disso, existe algo que você pode fazer: os pesquisadores recomendam exercícios e uma dieta à base de verduras para ajudar a livrar o corpo destes poluentes durante a perda de peso.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Semente de girassol é grande aliada contra o colesterol e a pressão alta

Postado por Paparazzo Familiar às 17:28 0 comentários

Dos derivados do girassol, o mais conhecido e consumido é o óleo. Mas o que muitas pessoas não sabem é que suas sementes são benéficas à saúde, pois ajudam no combate ao colesterol e a pressão alta, já que quase 90% da sua gordura é saturada boa, aquela que protege o coração. Além disso, o girassol é um alimento rico em vitaminas E e B1, magnésio, ferro, fósforo, cálcio e arginina, um aminoácido “amigo” do óxido nítrico, substância que relaxa os vasos sanguíneos e evita a elevação da pressão sanguínea.

Beto Isaac, restauranteur da tradicional hamburgueria de Perdizes Família Burger ensina uma prática receita de Salada com sementes de girassol, que é uma das grandes estrelas do cardápio da casa.

Salada com sementes de girassol

Ingredientes:
1 colher de chá de sementes de girassol
05 folhas de alface
05 folhas de rúcula
01 cenoura crua ralada
01 beterraba crua ralada
Tomate seco (a gosto)
Mussarela de búfala (a gosto)

Modo de Preparo da Salada:
Em um prato grande coloque os ingredientes. Misture tudo cuidadosamente com o molho e tempere. Leve a geladeira e misture sementes de girassóis na hora de servir.
Rendimento:
1 porção

Molho Italiano:
- 1/2 cebola picada
- 1 colher (sopa) de vinagre de vinho tinto
- 1 colher (chá) de açúcar
- 1 colher (chá) de orégano
- 1 dente de alho amassado
- 1 pitada de sal
- 1 pitada de pimenta do reino em pó
Modo de Preparo:
Coloque tudo no liquidificador e bata até ficar cremoso. Despeje numa molheira, cubra e leve á geladeira.

Rendimento: 1 porção para 1 pessoa

Salada: 145 calorias

Molho Italiano: 125 calorias

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Estresse acelera o processo de envelhecimento

Postado por Paparazzo Familiar às 22:00 0 comentários

Alguns eventos estressantes parecem deixar uma pessoa grisalha do dia para a noite. Agora, uma equipe de pesquisadores descobriu que o sofrimento emocional severo --por uma experiência de divórcio, de demissão ou pelos cuidados com um membro doente da família-- podem acelerar o envelhecimento das células do corpo em um nível genético.

Os pesquisadores descobriram que, geneticamente, as células brancas do sangue de mulheres que passaram muitos anos cuidando de uma criança enferma eram cerca de uma década mais velhas do que as de outras mulheres, que tiveram muito menos experiências desse tipo.

O estudo, que será publicado pela "Proceedings of the National Academy of Sciences", também sugere que o fato de a pessoa se ver estressada pode acrescentar anos a sua idade biológica.

Os médicos já associaram o estresse psicológico crônico com o enfraquecimento da função imune, gerando maior risco de resfriados, entre outras coisas. No entanto, eles ainda estão tentando compreender como a tensão danifica ou enfraquece os tecidos. A pesquisa sugere como tal dano pode ocorrer e abre uma possibilidade de o processo ser revertido.

"Esta é uma descoberta nova e significativa", disse Bruce McEwen, diretor do laboratório de neuroendocrinologia da Universidade Rockefeller, em Nova York.

McEwen disse que a pesquisa forneceu as evidências mais claras até hoje "do preço de desgaste nos tecidos que todo mundo com uma vida estressante paga."

"Sabemos que, quando ficamos mais velhos, temos maior tendência a engordar e desenvolver doenças cardíacas e diabetes", prosseguiu.

No experimento, Elissa Epel e Elizabeth Blackburn, da Universidade da Califórnia em San Francisco, lideraram uma equipe de pesquisadores que analisaram amostras de sangue de 58 mães jovens e de meia idade; 39 delas cuidavam de uma criança com um distúrbio crônico, como autismo ou paralisia cerebral. Usando técnicas eletrônicas, os médicos examinaram o DNA das células brancas do sangue, que são centrais à resposta imune do corpo à infecção.

Os pesquisadores concentraram-se em um pedaço de DNA chamado telômero, na ponta dos cromossomos de cada célula. O telômero se encurta cada vez que a célula se divide. As células podem se reproduzir muitas vezes durante a vida, para reparar e consertar órgãos, para crescer ou combater doenças. Uma enzima chamada telomerase ajuda a restaurar o telômero a cada divisão.

No entanto, depois de 10 a 50 divisões --o número varia com o tipo e a saúde do tecido, e os biólogos não entendem bem o sistema-- o telômero fica mais curto, e a célula é efetivamente aposentada, incapaz de replicar-se.

Quem nasce com uma doença genética chamada disqueratose congênita, que causa o encurtamento acelerado dos telômeros, morre cedo, em geral na meia-idade, frequentemente como resultado de complicações causadas pela baixa imunidade.

Resumindo, o tamanho relativo do telômero serve como medida bruta da idade da célula, de sua vitalidade.

Quando os pesquisadores compararam o DNA de mães que cuidavam de crianças deficientes, encontraram uma tendência marcante: levando em conta a idade de cada uma, calcularam que, quanto mais tempo a mulher tomou conta de seus filhos, mais curtos eram seus telômeros e a atividade de sua telomerase. Algumas das mães mais experientes eram anos mais velhas que sua idade cronológica, segundo a medição de suas células brancas do sangue.

"Quando as pessoas estão sob estresse, parecem emaciadas; é como se envelhecessem a olhos vistos. Aqui temos algo no nível molecular", que reflete essa impressão, disse Blackburn, professora de bioquímica e biofísica.

Os pesquisadores também deram um questionário às mulheres, pedindo que estimassem, em uma escala de três pontos, como se sentiam em suas vidas diárias, se eram sobrecarregadas, e quantas vezes não conseguiam controlar aspectos importantes de suas vidas.

As mulheres que disseram que estavam sob estresse pesado também apresentaram telômeros encurtados, em relação às que se sentiam mais relaxadas --com ou sem filhos deficientes.

"Algumas das mães que tinham muito estresse objetivo e verdadeiro também tinham uma percepção baixa de seu próprio estresse. O próximo passo é tentar compreender o que promove esse tipo de resistência", disse Epel.

Ela disse que o grupo tinha planos de testar o efeito da meditação, do treinamento da mente e da ioga na percepção do próprio estresse e no tamanho do telômero. Uma forma de aconselhamento chamada terapia cognitiva, na qual as pessoas aprendem a moderar suas respostas ao estresse, também pode ajudar, segundo os psicólogos.

A personalidade e a criação quase certamente são responsáveis por parte dessa diferença, entretanto. Em 2003, pesquisadores que acompanharam 850 neozelandeses do nascimento até os 26 anos de idade viram que variações em um único gene ajudavam a prever quais crianças seriam mais suscetíveis à depressão depois de eventos estressantes como divórcio e desemprego.

Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde mostraram, em macacos, que a criação calorosa e atenciosa dos filhos pode proteger os jovens animais precisamente dessa variação genética, promovendo resistência em indivíduos geneticamente vulneráveis. Uma criação fria ou abusiva, dizem os psiquiatras, pode ter o efeito oposto.

"Todos esses fatores se combinam e modulam a forma como a pessoa lida com o estresse", disse Ronald Glaser, diretor do Instituto de Pesquisa de Medicina de Comportamento da Universidade Estadual de Ohio.

Junto com sua esposa, Janice Kiecolt-Glaser, ele documentou o efeito do estresse na função imune. "Agora temos evidências, vindas de vários campos de estudo --de cura de feridas, de inflamações, de vacinas e de idade celular-- que realmente corroboram" que o estresse pode causar verdadeiro dano.

Especialistas advertem que o estudo do telômero precisa ser duplicado e que ninguém ainda mostrou de forma convincente que o estresse psicológico pode encurtar significativamente a vida das pessoas. Além disso, está longe de claro como uma preocupação com uma dificuldade de aprendizado de uma criança, por exemplo, poderia levar a um encurtamento dos telômeros dos pais antes do tempo.

Apesar de os pesquisadores saberem que tensão emocional desse tipo promove a liberação de hormônios de estresse, como o cortisol, que com o tempo pode prejudicar as células, ninguém sabe como esses hormônios e outras toxinas relacionadas ao estresse afetam os telômeros.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

BANANA - A fruta mais popular do Brasil, agora com qualidade superior

Postado por Paparazzo Familiar às 22:08 0 comentários

A banana é considerada um dos principais alimentos da humanidade, especialmente por ser rica em potássio, um elemento químico da maior importância para o saudável funcionamento do coração, além de se constituir na principal fonte de carboidratos dos povos que habitam muitas partes das regiões tropicais do Planeta. É uma boa fonte de vitamina A, B6, B12 e C, além de potássio, ferro e cálcio, podendo ser consumida de inúmeras maneiras, desde natural até em forma de chips, farinha, purê, frita, doces, vitaminadas, compotas, tortas, além de outras. Essas vantagens comparativas e competitivas da banana remetem para a ampla disponibilidade de mercados para a comercialização desse nutricional e funcional produto da bananeira.

De maneira geral têm sido circulados publicamente os seguintes aconselhamentos sobre a importância do consumo regular da banana:

Uma banana - caso desejar-se uma solução rápida para baixos níveis de energia não há melhor lanche que a banana. Contendo três açúcares naturais: sacarose, frutose e glicose combinados com fibra, a banana dá uma instantânea e substancial elevação de energia.

Duas bananas - pesquisas comprovam que apenas duas bananas fornecem energia suficiente para 90 minutos de exercícios. Não é à toa que a banana é a fruta nº 1 dos melhores atletas do mundo! Mas, energia não é a única forma de ajudar a ficar em forma. A banana também contribui para prevenir um grande número de doenças e condições físicas, o que a torna obrigatória na dieta cotidiana.

Três bananas - Três bananas ao dia é muito bom para o equilíbrio dos níveis de energia.

A polpa da banana é rica em:

• Ferro: favorece a produção de hemoglobina ajudando no combate à anemia;

• Potássio: evita cãibras, fadiga muscular e alterações nos batimentos cardíacos, além de ajudar no combate à gastrite;

• Fibra (pectina): atua na redução dos níveis de gordura, reduzindo os riscos de colesterol alto;

• Vitamina B6: ativa a produção de serotomina, minimiza os sintomas de tensão pré-menstrual, diminui a retenção de líquidos, e ajuda no combate à insônia;

• Vitamina C: é antioxidante, ajuda na produção de colágeno que confere elasticidade à pele, auxilia no organismo na resistência às infecções.

Benefícios da banana

• Anemia: contendo muito ferro, as bananas estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam nos casos de anemia.

• Vitamina B6: rica nesta vitamina regula os níveis de glicose no sangue, que efetam o bom humor.

• Capacidade mental: pesquisas mostraram que frutas com elevado teor de potássio como a banana ajudam os alunos a aprender com mais facilidade e manterem-se mais alertas.

• Constipação intestinal: com elevado teor de fibras, incluir bananas na dieta pode ajudar a normalizar as funções intestinais, superando a limitação sem recorrer a laxantes.

• Estresse: potássio é um mineral vital que ajuda a normalizar os batimentos cardíacos, levando oxigênio ao cérebro, além de regular o equilíbrio de água no corpo humano. Quando estressado, a taxa metabólica do corpo humano se eleva, reduzindo os níveis de potássio, que podem ser reequilibrados com a ajuda da banana.

• Ressaca: uma das formas mais rápidas de curar uma ressaca é preparar e beber uma rica vitaminada de banana com leite e mel. A banana acalma o estômago e, com a ajuda do mel eleva o baixo nível de açúcar, enquanto o leite suaviza e re-hidrata o sistema.

• Azia: as bananas têm efeito antiácido natural.

• Enjôo matinal: comer uma banana entre as refeições ajuda a manter o nível aceitável de açúcar no sangue e evita náuseas.

• Picada de mosquitos: antes de usar remédios experimentem esfregar a parte interna da casca da banana na região afetada. Muitas pessoas têm obtido resultados excelentes na redução do inchaço e da irritação.

• Nervos: a banana contém elevado teor de vitamina B, que ajuda a acalmar o sistema nervoso.

• Depressão: de acordo com recentes pesquisas, entre pessoas que sofrem de depressão muitas se sentiram melhor após uma dieta rica em bananas. Isto porque a banana contém triptofano, um tipo de aminoácido que o organismo humano converte em seratonina, reconhecida por relaxar e melhorar o humor e, de modo geral, aumentar a sensação de bem-estar.

• Coração: estudos recentes mostraram que, além de rica em potássio, a banana acentua a importância desse mineral para a função muscular adequada, inclusive do coração, e assim vem sendo indicada por especialistas para compor a dieta habitual dos jovens, adultos e idosos. Uma banana de tamanho médio, de 115 gramas, fornece um terço das necessidades diárias recomendadas de potássio.

• Pressão arterial: a banana contém elevadíssimo teor de potássio, mas reduzido em sódio, tornando-a perfeita para combater a pressão arterial alta, tanto que a FDA (agência responsável pelo controle de alimentos e remédios dos Estados Unidos) autorizou a indústria de banana a oficialmente informar aos consumidores quanto à habilidade do alimento em reduzir o risco de pressão alta e infarto.

• Infarto: de acordo com a pesquisa publicada no Jornal de Medicina da Nova Inglaterra (EUA), comer bananas regularmente pode reduzir o risco de morte por infarto em até 40%.

• Colesterol: a banana é fonte de fibra solúvel, que ajuda a diminuir o nível de colesterol no sangue.

• Úlcera: usada na dieta diária contra desordens intestinais é a única fruta crua que pode ser comida sem desgate em casos de úlcera crônica. Também neutraliza a acidez e reduz a irritação, protegendo as paredes do estômago.

• Fumo: as bananas podem ajudar as pessoas que estão largando o cigarro, porque seus elevados níveis de vitaminas A, B6, B12 e C, além de potássio e magnésio ajudam o corpo a se recuperar dos efeitos da retirada da nicotina.

Conservação da banana

Saiba como conservar melhor essa fruta tão popular e com a cara do Brasil:

a) bananas guardadas na geladeira deterioram mais rapidamente, além de perderem o valor nutritivo;

b) para acelerar o processo de amadurecimento das frutas, deve-se enrolá-las numa folha de jornal;

c) bananas compradas em pencas demoram mais a amadurecer;

d) pingue algumas gotas de limão nas bananas descascadas, isso evita que elas escureçam.

Se a banana vai ser consumida imediatamente, compre a fruta com casca bem amarela e pequenas manchas marrons, de aspecto firme, sem partes moles ou machucadas e que não tenha as pontas verdes. Se a banana não vai ser consumida logo, dê preferência às que estão ainda ligeiramente verdes. Para acelerar o amadurecimento da fruta, embrulhe em folhas de jornal. Para retardar o amadurecimento, compre a banana em pencas, pois as destacadas ficam maduras mais depressa.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Mulheres que usam salto chegam mais facilmente ao orgasmo

Postado por Paparazzo Familiar às 18:38 0 comentários


Uso do salto ajuda a contrair a musculatura da perna e ativa a região pélvica, diz estudo

O salto alto garante elegância ao visual, mas também é apontado como o vilão das pernas cansadas, da calosidade nos pés, das varizes, da inflamação no tendão de Aquiles , entre outras desvantagens. Mas pelo menos a vida sexual parece sair ganhando com o uso do sapato ultrafeminino ? e não tem nada a ver com fetiche. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Verona, na Itália, revelou que o uso do salto alto, acima de três centímetros, fortalece os músculos da perna e da região pélvica, o que faz com que as mulheres sintam contrações mais intensas durante o ato sexual e alcancem o orgasmo em menos tempo que as demais mulheres.

Os testes foram feitos com 66 mulheres, com menos de 50 anos. Elas foram colocadas, em pé e paradas, em uma rampa que simulava a altura e a inclinação de um salto com 5 centímetros de altura. Após testes intercalados , mudando a altura e o tempo de exposição, os pesquisadores perceberam que para cada variação de situação, havia um reflexo diferente na musculatura da região pélvica.

De acordo com a pesquisa, publicada na revista especializada inglesa European Urology, o efeito positivo não é maior se o salto for mais alto; deve haver uma proporção entre o tamanho do pé e a altura do sapato. Para os pesquisadores, o estudo pode ser um ponto de partida para a descoberta de exercícios e técnicas que estimulem a região pélvica e ajude as mulheres a se realizarem na vida sexual.

Oito benefícios do sexo para a saúde

Postado por Paparazzo Familiar às 17:57 0 comentários


Vida sexual ativa alivia dores, melhora o sono e estimula a longevidade

Que o sexo te faz bem, isso você já notou. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:

1. Alivia as crises de enxaquecas
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma.

2. Melhora o aspecto da pele
Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos. Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.

3. Alivia as cólicas da TPM
O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista.

4. Melhora o sono
O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.

5. Diminui o estresse
O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology.

6. Diminui os riscos de infarto
Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual.

7. Queima calorias
Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B?

8. Aumenta a imunidade
Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

HIPERTENSÃO ARTERIAL

Postado por Paparazzo Familiar às 16:48 0 comentários

O que é?

Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.

Elevações ocasionais da pressão podem ocorrer com exercícios físicos, nervosismo, preocupações, drogas, alimentos, fumo, álcool e café.

Cuidados para medir a pressão arterial

Alguns cuidados devem ser tomados, quando se verifica a pressão arterial:

repouso de 15 minutos em ambiente calmo e agradável
a bexiga deve estar vazia (urinar antes)
após exercícios, álcool, café ou fumo aguardar 30 minutos para medir
o manguito do aparelho de pressão deve estar firme e bem ajustado ao braço e ter a largura de 40% da circunferência do braço,sendo que este deve ser mantido na altura do coração
não falar durante o procedimento
esperar 1 a 2 minutos entre as medidas
manguito especial para crianças e obesos devem ser usados
a posição sentada ou deitada é a recomendada na rotina das medidas
vale a medida de menor valor obtido

Níveis de pressão arterial

A pressão arterial é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassar a 130 e a diastólica (mínima) for inferior a 85 mmHg.

De acordo com a situação clínica, recomenda-se que as medidas sejam repetidas pelo menos em duas ou mais visitas clínicas.

No quadro abaixo, vemos as variações da pressão arterial normal e hipertensão em adultos maiores de 18 anos em mmHg:

SISTÓLICA DIASTÓLICA Nível
130 85 Normal
130-139 85- 89 Normal limítrofe
140 -159 90 - 99 Hipertensão leve
160-179 100-109 Hipertensão moderada
> 179 > 109 Hipertensão grave
> 140 >90 Hipertensão sistólica ou máxima

No Brasil 10 a 15% da população é hipertensa. A maioria das pessoas desconhece que são portadoras de hipertensão.

A hipertensão arterial pode ser sistólica e diastólica (máxima e mínima) ou só sistólica (máxima). A maioria desses indivíduos, 95%, tem hipertensão arterial chamada de essencial ou primária (sem causa) e 5% têm hipertensão arterial secundária a uma causa bem definida.

O achado de hipertensão arterial é elevado nos obesos 20 a 40%, diabéticos 30 a 60%, negros 20 a 30% e idosos 30 a 50%. Nos idosos, quase sempre a hipertensão é só sistólica ou máxima.

Hipertensão arterial sistêmica

A hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica que, quando não tratada e controlada adequadamente, pode levar a complicações que podem atingir outros órgãos e sistemas.

No sistema nervoso central podem ocorrer infartos, hemorragia e encefalopatia hipertensiva.
No coração, pode ocorrer cardiopatia isquêmica (angina), insuficiência cardíaca, aumento do coração e, em alguns casos, morte súbita.
Nos pacientes com insuficiência renal crônica associada sempre ocorre nefroesclerose.
No sistema vascular, pode ocorrer entupimentos e obstruções das artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos membros inferiores.
No sistema visual, há retinopatia que reduz muito a visão dos pacientes.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico

O que é pressão alta?

Qual o nível da minha pressão?

Devo fazer verificação da minha pressão em casa?

O que pode me acontecer se eu não tratar a pressão alta?

Quais os efeitos colaterais do tratamento?
 

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